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dc.creatorRibeiro, Sarah Raquel Matias-
dc.date.accessioned2017-
dc.date.available2017-
dc.date.issued2017-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unirn.edu.br/jspui/handle/123456789/1646-
dc.description.abstractNoncommunicable diseases (NCDs), also known as chronic diseases, are medical conditions which have multiple causes generally. They are characterized by slow progress, uncertainty in prognosis, long-lasting nature and changes in clinical state over time. Studies have shown that the qualitative and quantitative characteristics of the diet influence the appearance of NCDs, and that the rates of overweight and obesity are considered risk factors. The prevalence of overweight in adults increased by almost three times in males (from 18.5% to 50.1%). We conducted a descriptive cross-sectional study to assess these men’s medical chart in the division of nutrition at the clinical school. The quantitative consumption (macronutrients and energy) was computed using the software Avanutri®, and then compared with reference values from DRIS, specifically the Estimated Average Requirements (EAR). We found that 36% of adult patients had a nutritional status of overweight (BMI ranging from 25.0 to 29.9 Kg/m²). Approximately, 3.95% of elderly patients had similar values for Anthropometry (BMI ranging from 23.0 to 28.0 Kg/m²) and overweight (BMI ranging from 28 to 30 Kg/m²). The World Health Organization (WHO), 2003 established as a cut-off point for increased cardiovascular risk the measure of abdominal circumference equal to or greater than 94 cm in men, so according to the mean obtained it is understood that patients are at risk for Cardiovascular diseases. Moreover, we noticed the consumption of food sources of simple carbohydrates, saturated fats, sodium, but which lacks fiber. The quantitative carbohydrate intake was 49.05%, for protein the value was 21.03% and lipids 29.3%.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherCentro Universitário do Rio Grande do Nortept_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDoença crônicapt_BR
dc.subjectConsumo alimentarpt_BR
dc.subjectEstado nutricionalpt_BR
dc.subjectAlimentaçãopt_BR
dc.titleConsumo alimentar de homens, associado a doenças crônicas não transmissíveispt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Tinôco, Lorena dos Santos-
dc.description.resumoAs doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) estão relacionadas a causas múltiplas, são caracterizadas por início gradual, de prognóstico usualmente incerto, com longa ou indefinida duração, e apresenta curso clínico que muda ao longo do tempo. Estudos têm demonstrado que as características qualitativas e quantitativas da dieta influenciam no aparecimento das DCNT, e que os índices de sobrepeso e obesidade são considerados fatores de risco. A prevalência de excesso de peso em adultos aumentou em quase três vezes no sexo masculino (de 18,5% para 50,1%). Assim, objetivou-se avaliar o perfil alimentar, de homens atendidos em uma clínica escola de Natal atendidos entre os anos de 2015 e 2016, e sua relação com as DCNT. Foi realizada uma pesquisa de corte transversal descritiva avaliando dados de prontuários de homens adultos atendidos em uma clínica escola no período de janeiro 2015 a julho de 2016, no ambulatório de nutrição. O consumo quantitativo (macronutrientes e energia) foi calculado no programa Avanutri® e comparados com os valores estabelecidos pelas DRIS, especificamente os de Estimated Average Requirement (EAR). Foi encontrado com maior percentual a classificação do estado nutricional de Sobrepeso (IMC= 25,0 a 29,9Kg/m²) em adultos e os de idosos obtiveram valores para as classificações de Eutrofia (IMC = 23,0 a 28 Kg/m²) e sobrepeso (IMC = 28 a 30Kg/m²) sendo de 3,95%. A Organização Mundial Saúde (OMS), 2003 estabeleceu como ponto de corte para risco cardiovascular aumentado a medida de circunferência abdominal igual ou superior a 94 cm em homens, desta forma de acordo com a média obtida subentende-se que os pacientes estão em risco para desenvolver doenças cardiovasculares. Analisando o consumo habitual foi observado o consumo de alimentos ricos em carboidratos simples, gordura saturada, sódio e pobres em fibras. O consumo quantitativo de carboidrato foi de 49,05%, para proteína o valor foi 21,03% e lipídeos 29,3%.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentNutriçãopt_BR
dc.publisher.initialsUNI-RNpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::NUTRICAOpt_BR
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