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Campo DCValorIdioma
dc.creatorFreitas, Maria Jardmilly Santos de-
dc.creatorLima, Letícia Alves de-
dc.date.accessioned2026-06-25T09:57:46Z-
dc.date.available2026-06-18-
dc.date.available2026-06-25T09:57:46Z-
dc.date.issued2026-06-18-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unirn.edu.br/jspui/handle/123456789/1859-
dc.description.abstractObjectives: To investigate how physiotherapy contributes to the management of chemotherapy-induced peripheral neuropathy (CIPN). Methods: Studies on CIPN indexed in the SciELO, LILACS, and PubMed databases were selected. The search was conducted using descriptors combined with Boolean operators, covering the period from 2015 to 2025. Article selection and data extraction followed previously defined inclusion and exclusion criteria. Cancer types, chemotherapeutic agents, clinical manifestations, physiotherapeutic interventions, and impacts on quality of life were analyzed. Results: The analysis revealed a predominance of breast cancer patients and a higher frequency of taxane use, especially paclitaxel, associated with the development of CIPN. The most frequent manifestations were peripheral sensory alterations, neuropathic pain, motor deficits, and functional impairment. The main rehabilitation strategies identified were multicomponent therapeutic exercises involving strength, balance, coordination, and aerobic activities. Discussion: Despite the methodological variability among the studies, physiotherapeutic interventions demonstrated potential to reduce neuropathic symptoms, preserve functionality, and minimize the impacts of chemotherapy on the quality of life of cancer patients. Therapeutic exercise programs stood out as safe and effective non-pharmacological strategies, particularly when initiated early during chemotherapy treatment. Conclusion: Physiotherapy demonstrated relevant therapeutic potential in the management of CIPN. However, a scarcity of studies involving patients with chronic conditions was observed, highlighting the need for research focused on long-term follow-up and post-chemotherapy rehabilitation due to the persistence of neuropathic symptoms after treatment.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherCentro Universitário do Rio Grande do Nortept_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectFisioterapiapt_BR
dc.subjectNeuropatia periféricapt_BR
dc.subjectQuimioterapiapt_BR
dc.subjectNeoplasiaspt_BR
dc.subjectQualidade de vidapt_BR
dc.subjectPhysiotherapypt_BR
dc.subjectPeripheral neuropathypt_BR
dc.subjectChemotherapypt_BR
dc.subjectNeoplasmspt_BR
dc.subjectQuality of lifept_BR
dc.titleEvidências científicas sobre o manejo fisioterapêutico das neuropatias periféricas induzidas por quimioterapia: uma revisão integrativapt_BR
dc.title.alternativeScientific evidence on the physiotherapeutic management of chemotherapy induced peripheral neuropathies: an integrative reviewpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Alves, Carla Ismirna Santos-
dc.contributor.referee1Magalhões, Kaline Dantas-
dc.contributor.referee2Revoredo, Myrza Maria Paiva-
dc.description.resumoObjetivos: Investigar como a fisioterapia atua no manejo da neuropatia periférica induzida por quimioterapia (NPIQ). Métodos: Foram selecionados estudos sobre NPIQ, indexados nas bases SciELO, LILACS e PubMed. A busca foi realizada com descritores combinados por operadores booleanos, de 2015 a 2025. A seleção dos artigos e a extração dos dados seguiram critérios de inclusão e exclusão previamente definidos. Foram analisados os tipos de câncer, agentes quimioterápicos, manifestações clínicas, intervenções fisioterapêuticas e os impactos na qualidade de vida. Resultados: A análise dos estudos evidenciou predominância de pacientes com câncer de mama e maior frequência de uso de taxanos, especialmente o paclitaxel, associados ao desenvolvimento da NPIQ. As manifestações mais frequentes foram alterações sensitivas periféricas, dor neuropática, déficits motores e comprometimento funcional. Como principais estratégias de reabilitação, destacaram-se os exercícios terapêuticos multicomponentes, envolvendo força, equilíbrio, coordenação e atividades aeróbicas. Discussão: Apesar da variabilidade metodológica entre os estudos, as intervenções fisioterapêuticas demonstraram potencial para reduzir sintomas neuropáticos, preservar a funcionalidade e minimizar os impactos da quimioterapia na qualidade de vida de pacientes oncológicos. Os programas de exercícios terapêuticos destacaram-se como estratégias não farmacológicas seguras e eficazes, sobretudo quando iniciadas precocemente, ainda durante o tratamento quimioterápico. Conclusão: A fisioterapia demonstrou potencial terapêutico relevante no manejo da NPIQ. Entretanto, observou-se escassez de estudos envolvendo pacientes com quadros crônicos, evidenciando a necessidade de pesquisas focadas no seguimento tardio e pós-quimioterapia, devido à persistência dos sintomas neuropáticos após o tratamento.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFisioterapiapt_BR
dc.publisher.initialsUNI-RNpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpt_BR
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