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http://repositorio.unirn.edu.br/jspui/handle/123456789/1877Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Araújo, Amable | - |
| dc.creator | Silveira, Samara | - |
| dc.date.accessioned | 2026-06-25T15:54:19Z | - |
| dc.date.available | 2026-06-25 | - |
| dc.date.available | 2026-06-25T15:54:19Z | - |
| dc.date.issued | 2026-06-15 | - |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unirn.edu.br/jspui/handle/123456789/1877 | - |
| dc.description.abstract | Objective: To analyze the epidemiological profile of mortality among children aged 0 to 9 years in Brazilian regions, in the period between 2022 and 2024. Methods: This is an exploratory and descriptive epidemiological study with a quantitative approach, conducted using secondary data obtained from the Mortality Information System (SIM/DATASUS). Deaths of children aged 0 to 9 years in Brazil between 2022 and 2024 were analyzed. The variables investigated included sex, race/color, age group, causes of death according to ICD-10, and distribution by Brazilian regions. Infant mortality rates were also calculated for different age groups and regions of the country. The data were organized and analyzed using descriptive statistics. Results: A predominance of deaths was observed in males and in the mixed-race population. The highest mortality rates occurred in children under one year of age, mainly due to conditions originating in the perinatal period and congenital malformations. In the age groups of 1 to 4 years and 5 to 9 years, external causes of morbidity and mortality stood out. The North, Central-West, and Northeast regions presented the highest infant mortality rates, while the South and Southeast regions registered the lowest rates. Conclusion: Infant mortality in Brazil remains associated with regional, social, and structural inequalities, highlighting the need to strengthen Primary Health Care, child health surveillance, and public policies aimed at reducing preventable deaths and improving the quality of care for children. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Centro Universitário do Rio Grande do Norte | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Mortalidade da criança | pt_BR |
| dc.subject | Enfermagem | pt_BR |
| dc.subject | Mortalidade Infantil | pt_BR |
| dc.title | Perfil epidemiológico da mortalidade de crianças no brasil: uma análise no período de 2022 a 2024 | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Abreu, Natasha | - |
| dc.contributor.referee1 | Medeiros, Juliana | - |
| dc.contributor.referee2 | Duarte, Fernando | - |
| dc.contributor.referee3 | Abreu, Natasha | - |
| dc.description.resumo | Objetivo: Analisar e comparar o perfil epidemiológico da mortalidade de crianças de 0 a 9 anos nas regiões brasileiras, no período entre 2022 a 2024. Métodos: Trata-se de um estudo epidemiológico de caráter exploratório e descritivo, com abordagem quantitativa, realizado com dados secundários obtidos no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM/DATASUS). Foram analisados os óbitos de crianças de 0 a 9 anos ocorridos no Brasil entre 2022 e 2024. As variáveis investigadas incluíram sexo, raça/cor, faixa etária, causas de morte segundo a CID-10 e distribuição por regiões brasileiras. Também foram calculadas taxas de mortalidade infantil para as diferentes faixas etárias e regiões do país. Os dados foram organizados e analisados por meio de estatística descritiva. Resultados: Observou-se predominância de óbitos no sexo masculino e na população parda. As maiores taxas de mortalidade ocorreram em crianças menores de um ano, principalmente por afecções originadas no período perinatal e malformações congênitas. Nas faixas etárias de 1 a 4 anos e de 5 a 9 anos, destacaram-se as causas externas de morbidade e mortalidade. As regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste apresentaram as maiores taxas de mortalidade infantil, enquanto as regiões Sul e Sudeste registraram os menores índices. Conclusão: A mortalidade infantil no Brasil permanece associada a desigualdades regionais, sociais e estruturais, evidenciando a necessidade de fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, da vigilância em saúde infantil e das políticas públicas voltadas à redução dos óbitos evitáveis e à qualificação da assistência à criança. | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Enfermagem | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UNI-RN | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ENFERMAGEM | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Enfermagem | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
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