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Campo DCValorIdioma
dc.creatorMorais, Glícia Mendonça Silva de-
dc.creatorAlmeida, Clarissy Rodrigues-
dc.date.accessioned2026-06-25T17:24:26Z-
dc.date.available2026-06-25-
dc.date.available2026-06-25T17:24:26Z-
dc.date.issued2026-06-18-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unirn.edu.br/jspui/handle/123456789/1878-
dc.description.abstractto analyze the importance and effectiveness of early rehabilitation compared to late rehabilitation in cerebral palsy and its impact on motor outcomes in children, as well as to discuss factors influencing the timely initiation of intervention through an integrative literature review. Methods: studies published from 2016 onward were included from PubMed, MEDLINE, and SciELO databases up to March 2026. Study selection and data extraction were performed independently by two researchers. The analysis was descriptive and comparative of the selected literature. Results: among the 33 studies analyzed, 17 (51.52%) showed a significant positive impact of early rehabilitation on motor outcomes in children with cerebral palsy, while 1 (3.03%) found no significant differences. The main interventions identified were bimanual training (17.9%), CIMT (14.9%), motor learning and neuroplasticity-based approaches (11.9%), task-oriented training (10.4%), home-based programs (10.4%), and family-centered interventions (9.0%). Less frequently reported were the Vojta method (3.0%), vibration therapy (3.0%), Bobath concept (3.0%), GAME (3.0%), baby-BIM (1.5%), baby-CIMT (1.5%), and other associated therapeutic resources (1.5%), as identified in the included studies. Conclusions: early rehabilitation has a significant positive impact on motor outcomes, especially when initiated within the first months of life. Evidence shows improvements in gross and fine motor function, postural control, mobility, coordination, and functional independence. Active, intensive, and goal-directed therapies demonstrated better outcomes. However, resource limitations, shortage of professionals, lack of standardized protocols, and diagnostic delays still hinder its implementation in current clinical practice.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherCentro Universitário do Rio Grande do Nortept_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectParalisia cerebralpt_BR
dc.subjectReabilitação neurológicapt_BR
dc.subjectNeuroplasticidadept_BR
dc.subjectHabilidades motoraspt_BR
dc.titleReabilitação precoce na paralisia cerebral: importância e impactos nos desfechos motores - uma revisão integrativapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Alves, Carla Ismirna Santos-
dc.contributor.referee1Alves, Carla Ismirna Santos-
dc.contributor.referee2Magalhães, Kaline Dantas-
dc.contributor.referee3Diógenes, Brenda Karoline Farias-
dc.description.resumoanalisar a importância e eficácia da reabilitação precoce em comparação à tardia na paralisia cerebral e seus impactos nos desfechos motores infantis, além de discutir fatores que influenciam o início oportuno da intervenção por meio de revisão integrativa na literatura revisada. Métodos: foram incluídos estudos publicados a partir de 2016 nas bases PubMed, MEDLINE e SciELO até março de 2026. A seleção dos artigos e a extração dos dados foram realizadas por duas pesquisadoras de forma independente. A análise foi descritiva e comparativa na literatura selecionada. Resultados: dos 33 estudos, 17 (51,52%) mostraram impacto positivo significativo da reabilitação precoce nos desfechos motores de crianças com paralisia cerebral, enquanto 1 (3,03%) não encontrou diferenças significativas. As principais intervenções foram treinamento bimanual (17,9%), CIMT (14,9%), aprendizagem motora e neuroplasticidade (11,9%), treino orientado à tarefa (10,4%), programas domiciliares (10,4%) e intervenções centradas na família (9,0%). Em menor frequência apareceram método Vojta (3,0%), terapia vibratória (3,0%), Bobath (3,0%), GAME (3,0%), baby-BIM (1,5%), baby-CIMT (1,5%) e outros recursos (1,5%), identificadas nos estudos incluídos na amostra analisada. Conclusões: a reabilitação precoce exerce impacto positivo significativo nos desfechos motores, especialmente quando iniciada nos primeiros meses de vida. Evidências mostram melhora da função motora grossa e fina, controle postural, mobilidade, coordenação e independência funcional. Terapias ativas, intensivas e direcionadas a objetivos funcionais apresentaram melhores resultados. Contudo, limitações de recursos, escassez de profissionais, ausência de protocolos padronizados e atrasos diagnósticos ainda dificultam sua implementação na prática clínica.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFisioterapiapt_BR
dc.publisher.initialsUNI-RNpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpt_BR
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