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http://repositorio.unirn.edu.br/jspui/handle/123456789/1999Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Bezerra, Adriana Lima Teixeira | - |
| dc.date.accessioned | 2017 | - |
| dc.date.available | 2017 | - |
| dc.date.issued | 2017 | - |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unirn.edu.br/jspui/handle/123456789/1999 | - |
| dc.description.abstract | O princípio da cooperação no novo Código Processual Civil buscou inovar a postura das partes processuais com mais veracidade e boa-fé, aplicando os princípios do devido processo legal e contraditório, atingindo, então, uma maior celeridade processual que antes não era visto. O principio da cooperação ou colaboração veio inovar no novo Código Processual Civil uma solução que satisfaz em menor tempo os litigantes, alcançando os objetivos da lide com menos perdas processuais e mais satisfação. Assim, esta monografia tem o objetivo geral de apresentar a importância do princípio da cooperação antes e depois das mudanças do Código Processual Civil de 2015. O princípio da cooperação sempre foi aplicado no Código Processual Civil, porém na forma mais discreta e menos discutida nos autos processuais. Com as mudanças, o Estado-juiz passou a ser um participante ativo, esclarecendo, orientando e ouvindo mais as partes processuais, objetivando a celeridade do fim do litígio, atingindo o mérito com mais eficiência e presteza a todos e qualquer interessado. Esta pesquisa foi realizada através do método qualitativo utilizando-se instrumentos técnico bibliográfico, documental e por sites, atingindo a meta de coletâneas atualizadas, como também, de referências anteriores, porém de conteúdo bastante influente para o entendimento do tema. Desta forma, o estudo começa com a exposição da aplicação do princípio da cooperação no novo Código Processual Civil, sendo aplicado na tríade formada na lide, com a participação do magistrado como ativo e esclarecedor das declarações. Posteriormente nos segundo e terceiro capítulos comenta-se acerca da história do princípio da cooperação em direitos estrangeiros, e como esse direito influenciou no código brasileiro. Faz ainda a menção dos princípios constitucionais e a formação do princípio da cooperação a partir do devido processo legal e do contraditório. No quarto capítulo abordou-se a eficácia e aplicabilidade da cooperação nos seus pressupostos sociais, lógicos e éticos. No penúltimo capítulo foi explorado a participação do magistrado como novo participante ativo do processo, deixando de ser imparcial para colocar em prática o princípio da igualdade. E por fim, a participação do amicus curiae como auxiliar eventual do processo, porém parcial, não alterando a competência processual, podendo ser uma pessoa natural ou jurídica. Este objetiva contribuir com o juízo como um terceiro interessado, mas diferente de um assistente. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Centro Universitário do Rio Grande do Norte | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Cooperação | pt_BR |
| dc.subject | Tríade processual | pt_BR |
| dc.subject | Estado-juiz | pt_BR |
| dc.subject | Princípios constitucionais | pt_BR |
| dc.subject | Amicus curiae | pt_BR |
| dc.title | O princípio da cooperação como colaborador essencial para os operadores do direito aplicado no código processual civil/2015 | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Edinaldo Benício de, Sá Júnior | - |
| dc.description.resumo | O princípio da cooperação no novo Código Processual Civil buscou inovar a postura das partes processuais com mais veracidade e boa-fé, aplicando os princípios do devido processo legal e contraditório, atingindo, então, uma maior celeridade processual que antes não era visto. O principio da cooperação ou colaboração veio inovar no novo Código Processual Civil uma solução que satisfaz em menor tempo os litigantes, alcançando os objetivos da lide com menos perdas processuais e mais satisfação. Assim, esta monografia tem o objetivo geral de apresentar a importância do princípio da cooperação antes e depois das mudanças do Código Processual Civil de 2015. O princípio da cooperação sempre foi aplicado no Código Processual Civil, porém na forma mais discreta e menos discutida nos autos processuais. Com as mudanças, o Estado-juiz passou a ser um participante ativo, esclarecendo, orientando e ouvindo mais as partes processuais, objetivando a celeridade do fim do litígio, atingindo o mérito com mais eficiência e presteza a todos e qualquer interessado. Esta pesquisa foi realizada através do método qualitativo utilizando-se instrumentos técnico bibliográfico, documental e por sites, atingindo a meta de coletâneas atualizadas, como também, de referências anteriores, porém de conteúdo bastante influente para o entendimento do tema. Desta forma, o estudo começa com a exposição da aplicação do princípio da cooperação no novo Código Processual Civil, sendo aplicado na tríade formada na lide, com a participação do magistrado como ativo e esclarecedor das declarações. Posteriormente nos segundo e terceiro capítulos comenta-se acerca da história do princípio da cooperação em direitos estrangeiros, e como esse direito influenciou no código brasileiro. Faz ainda a menção dos princípios constitucionais e a formação do princípio da cooperação a partir do devido processo legal e do contraditório. No quarto capítulo abordou-se a eficácia e aplicabilidade da cooperação nos seus pressupostos sociais, lógicos e éticos. No penúltimo capítulo foi explorado a participação do magistrado como novo participante ativo do processo, deixando de ser imparcial para colocar em prática o princípio da igualdade. E por fim, a participação do amicus curiae como auxiliar eventual do processo, porém parcial, não alterando a competência processual, podendo ser uma pessoa natural ou jurídica. Este objetiva contribuir com o juízo como um terceiro interessado, mas diferente de um assistente. | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.department | Direito | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UNI-RN | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO::DIREITO PUBLICO::DIREITO PROCESSUAL CIVIL | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Direito Processual Civil | |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| 2017-ADRIANA LIMA-O PRINCÍPIO DA COOPERAÇÃO COMO COLABORADOR ESSENCIAL PARA OS OPERADORES DO DIREITO.pdf | 758,69 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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